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Maxial

População:  2962 habitantes
Área: 29,3 km2
Densidade populacional 101,2 hab/km2
Actividades económicas: Principais actividades económicas: agricultura; indústria de transformação; pequeno comércio.
Padroeiro:
Festas e Romarias:. Santa Susana – 2º Domingo de Agosto - Círio - Sr. Jesus do Carvalhal – 3º Domingo de Setembro; S. Sebastião - Último Domingo de Julho;Círio - N. S. da Misericórdia - 8 de Setembro; S. Martinho - 11 de Novembro; Stº António - 13 de Junho; Nº Sª da Purificação - 1º Domingo Setembro; Nossa Senhora das Candeias - 12 de Fevereiro; S. Mateus - 21 de Setembro; Nossa Senhora da Conceição - 15 de Agosto; S. Sebastião – 1º Domingo de Setembro;S. Luzia - 13 de Dezembro; St. António - 2º Domingo de Julho; S. Sebastião – 1º Domingo de Agosto.
Feiras: ----
Património cultural e edificado: Igreja matriz, capelas de S. Mateus, de Nossa Senhora de Fátima, de Santa Luzia e de Aldeia Grande, moinhos e azenhas
Colectividades:  Secção do Maxial dos Bombeiros Vol. de T. Vedras; Casa do Povo do Maxila; Lar e Centro Dia da Casa so Povo do Maxila; Sociedade de Instrução e Recreio do Maxila; Sociedade Filarmónica Ermegeirense; Grupo Desportivo os Académicos – Ermegeira; Sociedade Filarmónica Aldeiagrandense ociedade Filarmónica Aldeiagrandense; Sporting Clube da Serra; Associação de Moradores da Ereira; Sport Ereira e Benfica; Associação para o Desenvolvimento Recreativo e Cultural da População da Loubagueira; Associação para o Desenvolvimento Sócio-Cultural da População de Casais de St António; Associação Cultural e Recreativa da Folgarosa; Associação de Caçadores "Os Emes do Oeste"; Associação Beneficente Cultural e Desportiva da Valentina.

A Freguesia do Maxial, está situada a  10 Km para norte de Torres Vedras. A sua via principal é a EN 115 - 2 que liga Torres Vedras ao Cadaval e a estação do caminho de ferro mais próxima é a do Ramalhal a 4 Km. O relevo varia entre as cotas dos 50 e 360 metros de altitude e a rede hidrográfica é constituida pelo rio Alcabrichel e seus afluentes.

Os sedimentos do Jurássico são de origem marinha, neles se podem encontrar muitos fósseis e são constituídos, especialmente, por argilas, margas e calcários enquanto os sedimentos do Cretáceo são de origem continental e são constituídos por areias, arenitos e cascalheira de quartzo. Em "gíria popular" na região chama-se ao jurássico chão de serra e ao Cretácico chão de charneca. Segundo a tradição, seguida inclusivamente por um documento de 1618, a igreja de Maxial foi fundada por uns cavaleiros franceses, aquando da conquista de Lisboa aos mouros. Esses cavaleiros foram presenteados pela sua heroicidade com a doação destes territórios. O que se sabe com absoluta certeza é que em 1493 já existia, pois existem documentos coevos que o confirmam: uma escritura de doação desse ano, feita por Guiomar Esteves, viúva de Álvaro Afonso, a esta igreja, cujo prior era Gabriel Fernandes. Nessa escritura consta também, que a antiguidade do templo era considerável. O terramoto de 1755 veio no entanto destruir toda esta igreja. Dela resta apenas a capela-mor, que corresponde hoje à capela do cemitério.

Em termos eclesiásticos, foi um priorado da apresentação dos beneficiados da colegiada de S. Miguel de Torres Vedras. Os agricultores pagavam os dízimos de 142 moios de pão e de 27 moios de vinho.
Em 1471, foi fundada nesta freguesia uma albergaria pelos moradores de Ermegeira João Gil Cuchifel e sua mulher, Catharina Annes. Foi dada a essa albergaria o nome de Hospital de Nossa Senhora da Piedade, que se tornou um dos mais célebres de toda a região torrejana. Depois de estar actvo durante quatrocentos anos, acabou por ser desactivado em 1860 e integrado na Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras. Dele resta hoje a sua ermida.

Durante o reinado de D. Afonso VI, foi Maxial elevada à categoria de vila e de sede de concelho. É este o momento mais alto da história da freguesia. Que durou pouco, no entanto, pois em 1667 o concelho já estava extinto. Refere Madeira Torres em relação ao assunto: “Em consequência da graça concedida ao Secretário das Mercês – Gaspar Severino de Faria de um lugar até quarenta vizinhos para constituir-se, de que ele fosse Donatário e de haver sido por ele designado o lugar do Maxial este foi elevado a Vila por carta de 26 de Janeiro de 1662, como se vê no livro 6.º do Registo da Câmara. (...) Foi extinto por provisão de 8 de Janeiro de 1667, expedida por efeito de imediata resolução que se acha no livro 7.º do Registo da Câmara.”

Rádio Europa 93.8 FM

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