População: 1032 habitantes, eleitores
Área: 6,9 km2
Densidade populacional: 150,3 hab/km2
Actividades económicas: Agricultura, pequeno comércio e pequena indústria
Padroeiro: S. João Baptista
Festas e Romarias: S. João Baptista (Junho) e N. Sra. da Purificação (2 de Fevereiro)
Feiras: S. Miguel (29 de Setembro)
Património cultural e edificado: Igreja matriz, solar dos Veteranos Militares, cruzeiros, moinhos e azenhas, edifício do Centro Social de Runa, estação de caminhos-de-ferro e pontes romanas
Colectividades: Grupo Desportivo de Runa
Gastronomia: Cachola e vinho
Runa, em português, significa “barranco, vala”, daí que o topónimo esteja relacionado com a posição topográfica da freguesia. a sua paróquia foi, no passado, um curato anual da apresentação do prior de S. Pedro de Torres Vedras.
Em Setembro de 1810, aqui decorreu uma
importante batalha entre as tropas anglo-lusas e o exército gaulês, comandado por Massena, que tentava atingir Lisboa. As linhas de Torres impediram-no de tal façanha.
Do seu património arquitectónico, destacamos dois edifícios. A igreja matriz, dedicada a S. João Baptista, substitui uma outra que existiu no mesmo local, anteriormente, e que foi demolida. A capela-mor apresenta um forro de azulejos setecentistas com pinturas do orago, o retábulo é seiscentista. conserva ainda alguns elementos do templo anterior. O solar dos Veteranos Militares foi fundado entre 1792 e 1827 por uma irmã de D. Maria I, Maria Francisca Benedita, com o objectivo de recolher os militares que ficassem inválidos em missão de serviço. Edifício monumental, “austero e frio”, é de estilo neoclássico e foi projectado por José da Costa e Silva.
A freguesia de Runa foi, e é, dotada de várias personalidades, de que se destacam: António Ferreira, Fernando de Barros Leal, José Monteiro, Salustiano Leal, Mariana Leal, Lourenço da Costa Carapeta, Mário Luís Ferreira Margaça, João Ferreira dos Santos, Rui Margaça, e ainda as famílias: Leal, Ginja, Barros e Cunha, Barros, Carapeta, Margaça, Roque, Saldanha, Veiga, Severinos e Morais, entre outras.
Património cultural e edificado:
Igreja matriz, solar dos Veteranos Militares, cruzeiros, moinhos e azenhas, edifício do Centro Social de Runa, estação de caminhos-de-ferro e pontes romanas.
A igreja matriz, dedicada a S. João Baptista, substitui uma outra que existiu no mesmo local, anteriormente, e que foi demolida. A capela-mor apresenta um forro de azulejos setecentistas com pinturas do orago, o retábulo é seiscentista. conserva ainda alguns elementos do templo anterior.
O solar dos Veteranos Militares foi fundado entre 1792 e 1827 por uma irmã de D. Maria I, Maria Francisca Benedita, com o objectivo de recolher os militares que ficassem inválidos em missão de serviço. Edifício monumental, “austero e frio”, é de estilo neoclássico e foi projectado por José da Costa e Silva.